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11 de fevereiro de 2011
Dieta nos 3 primeiros anos de vida pode afetar inteligência
Uma dieta rica em gorduras e açúcares durante os primeiros anos de vida poderia afetar o desenvolvimento do quociente intelectual das crianças. Assim demonstrou um estudo publicado nesta segunda-feira pelo revista científica "British Medical Journal" e realizado por especialistas da Universidade de Bristol, no Reino Unido.
Os autores da pesquisa baseiam suas conclusões no estudo ALSPAC, realizado com 14 mil crianças nascidas entre 1991 e 1992, e pretendia fazer um acompanhamento a longo prazo da saúde dos participantes. Com este objetivo, os pais completaram questionários detalhados sobre o tipo de comida e bebida que seus filhos consumiam aos três, quatro, sete e oito anos e meio.
Periodicamente, as crianças foram submetidas ao teste de inteligência Wechsler, que revelou que aquelas cuja dieta era pouco saudável apresentaram um coeficiente intelectual menor que os que comiam bem. Os padrões de alimentação entre os quatro e os sete anos não tiveram impacto no nível de inteligência das crianças, mas sim o tipo de dieta até os três anos.
Os especialistas esclareceram que estes estudos sugerem que "os efeitos cognitivos relacionados com os hábitos alimentares nos primeiros anos de vida poderiam persistir mesmo alterando a dieta". No entanto, disseram que estes resultados são "modestos" e recomendaram efetuar novas pesquisas para entender melhor o efeito sobre a inteligência que pode ter um determinado tipo de dieta em uma idade avançada.
Fonte: Folha
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10 de fevereiro de 2011
Momentos da vida em que mais se ganha peso
Quando nos alimentamos em excesso, corremos o risco de ganhar uns quilinhos a mais. Uma coisa leva a outra, não é mesmo? O ato de comer demasiadamente pode se acentuar em determinadas fases da vida em que ficamos sujeitos a engordar, devido a fatores sociais, psicológicos e genéticos, porém, isso não significa que venha a ocorrer com todas as pessoas. O ganho de peso pode acontecer quando você...
Se casa
Este é, sem duvidas, o mais conhecido pelas pessoas. Quando se casa há uma certa ansiedade, pois tudo é novo: nova rotina e novos hábitos alimentares. Os homens casados geralmente passam a ter uma vida menos agitada do que na época de solteiros. Acostumam com a rotina do lar, com as comidinhas feitas pela mulher e, com isso, ganham peso. A melhor forma para manter o peso, neste caso, é o casal ter hábitos alimentares saudáveis, de modo que os dois juntos tenham uma alimentação balanceada e fiquem satisfeitos um com o outro. Há quem diga, que quando as pessoas se casam, a maioria delas deixa de se preocupar com a aparência, já que não precisam surpreender mais ninguém.
Ao se deparar com esses momentos é indispensável a força de vontade em manter hábitos saudáveis e consequentemente, uma boa qualidade de vida. Leia mais aqui.
Se casa
Este é, sem duvidas, o mais conhecido pelas pessoas. Quando se casa há uma certa ansiedade, pois tudo é novo: nova rotina e novos hábitos alimentares. Os homens casados geralmente passam a ter uma vida menos agitada do que na época de solteiros. Acostumam com a rotina do lar, com as comidinhas feitas pela mulher e, com isso, ganham peso. A melhor forma para manter o peso, neste caso, é o casal ter hábitos alimentares saudáveis, de modo que os dois juntos tenham uma alimentação balanceada e fiquem satisfeitos um com o outro. Há quem diga, que quando as pessoas se casam, a maioria delas deixa de se preocupar com a aparência, já que não precisam surpreender mais ninguém.Fica grávida
Geralmente, na gravidez, as mulheres sentem muita fome e acabam comendo mais. Muita se veem no poder de comer tudo por dois, um engano! As necessidades nutricionais da gestante aumentam, mas isso não quer dizer que ela tenha que comer compulsivamente a ponto de engordar mais que o necessário. É importante ter controle sobre a alimentação, para que a gestação seja tranquila, o bebê seja saudável e o retorno ao peso pré-gestacional fique mais fácil. Para isso, a melhor opção é o acompanhamento nutricional. Para ajudar na perda de peso após o parto é essencial a amamentação juntamente com uma boa alimentação e exercícios físicos.
Chega aos 30 anos
Ao chegar aos 30 anos (ou mais), algumas pessoas, principalmente mulheres, começam a engordar. Isso ocorre pela queda do metabolismo, ou seja, o organismo gasta menos calorias para executar as funções do que costumava gastar quando jovem. A atividade física regular é fundamental para a manutenção do peso, principalmente a musculação, pois o ganho de massa magra aumenta o metabolismo. Isso ajuda a emagrecer e diminui a flacidez muscular. E calro, uma boa alimentação é indispensável.
Ao se deparar com esses momentos é indispensável a força de vontade em manter hábitos saudáveis e consequentemente, uma boa qualidade de vida. Leia mais aqui.
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20 de janeiro de 2011
Alterações na dieta visam reduzir o impacto do aquecimento global
19/01/2011
Alterações na atual dieta das populações do planeta são uma das principais formas propostas para se reduzir o impacto do aquecimento global na produção mundial de alimentos. De acordo com o Fundo Ecológico Universal (FEU) - uma organização não governamental que divulgou no dia 18 o mais completo estudo já realizado sobre o assunto -, tais mudanças são necessárias para que o número de desnutridos no mundo não aumente de forma exponencial. A adaptação dos cultivos à nova realidade é uma outra maneira. Segundo os especialistas, o ganho na produção pode ser de até 10%.
O consumo médio de cereais, em todo o mundo, é de 43%, enquanto que quase 18% são raízes e tubérculos (como, por exemplo, batata e batata-doce). Já a média global de consumo de proteínas tem sido de 9% de carnes e derivados, e 20% de leite e produtos lácteos (excluindo manteiga) desde 1990.
Mais feijões e lentilhas como fonte de proteína
Para enfrentar a diminuição da produção de alimentos e ainda manter uma dieta equilibrada e saudável, algumas das orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS) poderão ser revistas. Por exemplo: comer mais raízes e tubérculos em vez de cereais.
A produção desses alimentos precisaria aumentar. Porém a expansão do cultivo de batatas teria que ser feita em regiões de temperaturas mais baixas, já que o calor é um fator que limita grande parte da produção. Neste caso, a melhor adaptabilidade das batatas-doces torna este tubérculo o mais adequado para um aumento na produção.
Com relação às proteínas, poderiam se buscar outras fontes, elevando-se o consumo de leguminosas como feijão e lentilhas, cujo teor deste nutriente varia de 18% a 25%. Em países em desenvolvimento, o consumo de leguminosas corresponde a 5% da dieta diária, enquanto nas nações ricas este índice é de apenas 0,5%. A produção de lentilha - que tem 25% de proteína - poderia ser aumentada significativamente, deslocando-se o plantio da primavera para o início desta estação ou no outono.
De acordo com os especialistas, algumas mudanças cruciais poderiam ser adotadas também para adaptar a agricultura mundial a um mundo mais quente. Uma delas seria a realocação de cultivos e da criação de gado (com mudanças também nos períodos do ano destinados a cada etapa do processo), além do uso mais eficiente da água em regiões com menor precipitação de chuvas.
O relatório reforça a necessidade de um planejamento mais efetivo para a adaptação às mudanças climáticas e investimentos em novas tecnologias e infra-estrutura. O ideal, claro, seria que os países chegassem finalmente a um acordo para a redução dos gases-estufa, o que poderia conter a elevação das temperaturas num patamar menos perigoso, abaixo dos 2 graus Celsius.
Até agora, entretanto, todos os esforços para se alcançar um acordo global nesse sentido fracassaram. Para que alguma mudança significativa fosse alcançada, os países desenvolvidos - que respondem por 50% das emissões - precisariam reduzir seus lançamentos drasticamente, de 25% a 40% abaixo dos números de 1990, até 2020.
FONTE:
Conselho Federal de Nutricionistas
Alterações na atual dieta das populações do planeta são uma das principais formas propostas para se reduzir o impacto do aquecimento global na produção mundial de alimentos. De acordo com o Fundo Ecológico Universal (FEU) - uma organização não governamental que divulgou no dia 18 o mais completo estudo já realizado sobre o assunto -, tais mudanças são necessárias para que o número de desnutridos no mundo não aumente de forma exponencial. A adaptação dos cultivos à nova realidade é uma outra maneira. Segundo os especialistas, o ganho na produção pode ser de até 10%.
O consumo médio de cereais, em todo o mundo, é de 43%, enquanto que quase 18% são raízes e tubérculos (como, por exemplo, batata e batata-doce). Já a média global de consumo de proteínas tem sido de 9% de carnes e derivados, e 20% de leite e produtos lácteos (excluindo manteiga) desde 1990.
Mais feijões e lentilhas como fonte de proteína
Para enfrentar a diminuição da produção de alimentos e ainda manter uma dieta equilibrada e saudável, algumas das orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS) poderão ser revistas. Por exemplo: comer mais raízes e tubérculos em vez de cereais.
A produção desses alimentos precisaria aumentar. Porém a expansão do cultivo de batatas teria que ser feita em regiões de temperaturas mais baixas, já que o calor é um fator que limita grande parte da produção. Neste caso, a melhor adaptabilidade das batatas-doces torna este tubérculo o mais adequado para um aumento na produção.
Com relação às proteínas, poderiam se buscar outras fontes, elevando-se o consumo de leguminosas como feijão e lentilhas, cujo teor deste nutriente varia de 18% a 25%. Em países em desenvolvimento, o consumo de leguminosas corresponde a 5% da dieta diária, enquanto nas nações ricas este índice é de apenas 0,5%. A produção de lentilha - que tem 25% de proteína - poderia ser aumentada significativamente, deslocando-se o plantio da primavera para o início desta estação ou no outono.
De acordo com os especialistas, algumas mudanças cruciais poderiam ser adotadas também para adaptar a agricultura mundial a um mundo mais quente. Uma delas seria a realocação de cultivos e da criação de gado (com mudanças também nos períodos do ano destinados a cada etapa do processo), além do uso mais eficiente da água em regiões com menor precipitação de chuvas.
O relatório reforça a necessidade de um planejamento mais efetivo para a adaptação às mudanças climáticas e investimentos em novas tecnologias e infra-estrutura. O ideal, claro, seria que os países chegassem finalmente a um acordo para a redução dos gases-estufa, o que poderia conter a elevação das temperaturas num patamar menos perigoso, abaixo dos 2 graus Celsius.
Até agora, entretanto, todos os esforços para se alcançar um acordo global nesse sentido fracassaram. Para que alguma mudança significativa fosse alcançada, os países desenvolvidos - que respondem por 50% das emissões - precisariam reduzir seus lançamentos drasticamente, de 25% a 40% abaixo dos números de 1990, até 2020.
FONTE:
Conselho Federal de Nutricionistas
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Aquecimento Global,
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